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Más sobre este recurso: Catalogado en base de datos como: AS OPERAÇÕES BANCÁRIAS E AS OUTRAS MODALIDADES DE COMÉRCIO ELETR: Este artigo pretende fornecer subsídios à criação de estruturas que suportem operações comerciais por via eletrônica, através da exposição das razões pelas quais as instituições financeiras vem adotando esse tipo de canal de venda e distribuição de seus Agregado: 24 de MAYO de 2000 (Por Vivaldo José Breternitz) | Palabras: 2990 | Votar! | Sin Votos | Sin comentarios | Agregar Comentario Categoría: Apuntes y Monografías > Portugués > |
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AS
OPERAÇÕES BANCÁRIAS E AS OUTRAS MODALIDADES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO
Vivaldo José Breternitz*
RESUMO
Este artigo pretende
fornecer subsídios à criação de estruturas que suportem operações comerciais
por via eletrônica, através da exposição das razões pelas quais as instituições
financeiras vem adotando esse tipo de
canal de venda e distribuição de seus serviços.
PALAVRAS-CHAVE: Comércio eletrônico, Netbanking, serviços financeiros.
ABSTRACT
This article intends to supply
subsidies to the creation of structures that support commercial operations by
electronic channels, through the discussion of the reasons why the financial
instituitions have been adopting this type of sale channel and distribuition of
its services.
KEY-WORDS: Electronic commerce, Netbanking, financial services.
Comércio
eletrônico, e-commerce ou e-business - qualquer nome que se de às operações de
compra e venda de produtos e serviços por meios eletrônicos, é uma realidade
inquestionável. No entanto, um dos campos em que essas operações vem ocorrendo
há mais tempo, e em maior volume - o das operações bancárias - quase não é
objeto de notícias na imprensa especializada ou não, que em geral usa para
ilustrar seus artigos, exemplos como o da livraria Amazon, o da Dell, fabricante
de computadores, e outros; talvez isto ocorra por já serem essas operações
bancárias realidade há algum tempo, perdendo portanto o apelo enquanto notícia.
No entanto, enquanto se abrem novos campos para operações com outros produtos e
serviços, talvez valha a pena refletir acerca de como e de quais foram os
fatores que levaram as operações bancárias via Internet ao seu atual estágio de
desenvolvimento e consolidação, de forma a que se obtenha subsídios para a
estruturação desses novos campos - essa reflexão é o objetivo deste trabalho.
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* Mestre em
Engenharia Elétrica (Computação) pela Universidade Mackenzie; graduado em Administração pela FCECAEP
Anchieta, onde é professor. É também Gerente Geral da Banespa SA Corretora de
Câmbio e Títulos, a maior corretora de valores do Brasil.
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Há muito tempo
diz-se que as operações bancárias iniciadas remotamente, operações essas em
nosso país chamadas genericamente "Home Banking", iriam se tornar a
regra, e não a exceção, entre as operações bancárias. E durante todo esse
tempo, bancos e outras instituições financeiras investiram grande volume
de recursos no desenvolvimento de
soluções proprietárias para viabilizar essas operações: soluções proprietárias
no sentido de que são construídas pelas próprias instituições financeiras, para
uso exclusivo de seus clientes.
Esses recursos
foram destinados à ampliação de centros
de processamento de dados, ao desenvolvimento, manutenção e implementação de
software e à implantação e manutenção de pesadas estruturas de
telecomunicações.
No entanto, quase
que sem exceção, esses sistemas deixaram de atingir seus objetivos, tendo sido
abandonados ou relegados a um segundo plano, tendo, na área, as instituições
optado por investir mais em sistemas de auto-atendimento junto às agências ou
instalados em quiosques localizados em pontos de grande afluência, como
aeroportos, supermercados, etc. - esses sistemas de auto atendimento realmente
contribuíram muito para a solução (ao menos parcial) de um dos grandes
problemas de nossos bancos: as imensas filas frente aos caixas e a outras
estruturas de atendimento.
Na atualidade
este cenário está mudando: a Internet e a tecnologia a ela associada,, em
especial os sistemas de segurança, vem permitindo que os antigos sistemas
proprietários sejam abandonados, assim como o atendimento dos clientes pelas
formas convencionais. Os bancos (no Brasil, a primeira iniciativa data de
1996), podem agora oferecer uma vasta gama de serviços aos seus clientes, desde
operações mais simples, como consulta a saldos e pagamentos de contas, até
operações em bolsas em tempo real, integração com pacotes financeiros, etc;
muitos tipos de operações evidentemente estavam disponíveis nos antigos
sistemas proprietários, mas de utilização muito mais difícil para o usuário, e
como já se disse, de desenvolvimento, implementação, manutenção e distribuição
mais difíceis para a instituição financeira. Pesquisa da Ernst & Young, citada em documento
interno do BANESPA (1999), abrangendo 131 bancos (25 brasileiros) em 14 países, dá conta de que as agências convencionais executarão no ano
2000 apenas 20% das transações dos
bancos grandes (50% em 1998) e 22% dos
negócios dos bancos médios, contra 42% em 1998, o que ilustra a importância do
fenômeno que ora se registra, a ponto de a questão que ora se põe entre os
bancos não é "Devemos ir para a Internet?" mas sim "Como iremos
para a Internet?".
Também
é oportuno relembrar o impacto da entrada das ATM (Automatic Teller Machine)
nas operações bancárias, conforme relatado por DOS SANTOS & PEFFERS (1995),
que nos dizem que de 1977 a 1988, o Citibank, um dos primeiros a adotar essa
tecnologia, viu crescer sua participação no mercado na cidade de Nova Iorque de
4 para 13,4%, crescimento esse que atribuem em grande parte ai uso das ATM;
hoje em dia, tendo essa tecnologia se tornado um padrão entre os bancos, já não
é mais um fator de diferenciação entre eles, mas sim uma necessidade
estratégica, o já está acontecendo com a Internet, pois os usuários dos
serviços bancários muito brevemente esperarão poder verificar seus extratos,
pagar contas, fazer transferências de qualquer lugar do mundo, da mesma forma
que atualmente esperam poder efetuar saques em moeda corrente de qualquer ponto
- a única diferença que se nota agora é
a velocidade com que o consumidor está adotando os novos procedimentos:
enquanto as ATM levaram aproximadamente 15 anos para se tornarem um
serviço comum, as operações financeiras via Internet (Netbanking) gastarão
apenas uma fração desse tempo para atingir o mesmo patamar, o que reduz
significativamente a "janela de oportunidade", ou o espaço de tempo
que os bancos dispõem para definir e implantar uma estratégia de Netbanking
consistente com sua estratégia global, de forma a permanecerem competitivos
pelo pleno atendimento às expectativas de seus clientes e também pela redução
de seus custos operacionais, um benefício se não principal, importantíssimo no
cenário atual.
Como se disse, o
objetivo deste artigo é fornecer subsídios para a criação de estruturas que
suportem operações comerciais por via eletrônica, através da exposição das
vantagens obtidas pelas instituições financeiras que vem adotando esse tipo de
canal de venda e distribuição de seus serviços - colocações acerca dessas
vantagens é o que vem a seguir.
Redução de Custos
Como se disse,
este pode não ser a principal vantagem da adoção de Netbanking, mas certamente
é um ponto altamente relevante. São clássicos os números apresentados por
BURNHAM (1996), acerca dos custos de uma transação bancária (em US$):
MEIO CUSTO
Convencional,
via agência 1,07
Telefônico 0,54
ATM 0,27
Homebanking 0,02
Netbanking 0,01
Tabela
1
Essas diferenças
de custos podem ser explicadas pela redução do processamento de papéis, e de
despesas com pessoal, comunicações, instalações, etc. - note-se que ao operar
via Web, o cliente está fornecendo o hardware (seu próprio microcomputador),
boa parte dos custos de telecomunicações
e a mão de obra de entrada de dados! Cabe registrar que, segundo o
DIEESE, as instituições financeiras
empregavam 811 mil pessoas em dezembro de 1989, tendo chegado a agosto de 1998
com 442 mil, com uma redução da ordem de 45% - essa redução se deve
principalmente ao processo de automação bancária como um todo, não apenas à
introdução das operações via Web.
Neste aspecto, é
relevante considerar que o atendimento de um maior número de clientes via
Internet gera incremento de custos muito menores do que se esse atendimento
fosse feito de forma convencional - por outro lado, a redução de custos só
passa a ser sentida quando se atinge um número bastante alto de atendimentos
via Internet.
Flexibilidade e Retenção de Clientes
Operando 7 dias
por semana, 24 horas por dia, Netbanking permite aos clientes decidirem quando
e de onde pretendem realizar suas transações - ao contrário dos sistemas Home
Banking, onde sistemas "pesados" necessitavam ser instalados em cada
microcomputador de onde o cliente operaria; além disse, esses sistemas quase
sempre eram instalados a partir de cópia de disquetes, que precisavam ser
produzidos e distribuídos a cada vez
que se fazia uma alteração no aplicativo.
Aqueles clientes
que usavam intensamente os serviços bancários freqüentemente trocavam de banco
ao trocarem de endereço de residência ou
de trabalho: a proximidade física da agência era importante - trocar de
agência num sistema convencional equivalia a se tornar um cliente novo de um
novo banco, quer pelas dificuldades burocráticas, quer pela diferente postura
de gerentes, etc. Operando via
Internet, e consequentemente indo muito pouco à agência "física", faz
com que o usuário tenda a evitar o trabalho decorrente da mudança de banco ou
agência, aumentando assim a retenção de clientes, o que é altamente desejado
pelos bancos.
Ainda nessa área,
os bancos acabam aumentando a área em que atuam, atingindo áreas bastante
distantes de qualquer uma de suas
agências, não só em termos de serviços como também de marketing.
Diminuição do "Time to Market"
DINIZ (1998)
mostra como a Web pode reduzir o tempo decorrido entre a concepção de um
produto e o início de sua comercialização (time to market) - essa redução é
especialmente importante no caso de produtos financeiros, que podem garantir
significativas vantagens competitivas àqueles que os lançam mais cedo. No caso
brasileiro, é importante lembrar que novos produtos financeiros surgem
frequentemente não por interesse dos fornecedores ou desejo dos consumidores,
mas por determinação governamental (alterações legais praticamente transformam
produtos existentes em novos), sendo o rápido início de sua comercialização
questão às vezes de sobrevivência para seus fornecedores.
A diminuição do
"Time to Market" ocorre não só em função da facilidade de se
operacionalizar o produto, mas também pela facilidade em se projetar novos
produtos, por estarem disponíveis de forma estruturada informações provenientes
das operações realizadas via Web, o que permite aos bancos lançar produtos mais
adequados às necessidades de seus clientes, que deixam o papel de consumidores
passivos para, em termos práticos, passarem a participar da criação dos
produtos que desejam; nesse processo, os bancos utilizam recursos sofisticados
de software, como data warehouses, data mining, etc. , normalmente compondo
soluções mais amplas de CRM (Computer Relationship
Managment), dentro do conceito de que o conhecimento traz vantagens
estratégicas.
Marketing Eficiente
Utilizando os
recursos acima mencionados, aliados a técnicas como segmentação da clientela e
outras, podem os bancos facilmente iniciar campanhas de marketing mais
eficientes, podendo chegar ao "marketing 1 to 1", ou seja, atingir
cada cliente individualmente. É oportuno lembrar no entanto que, sendo
impossível dar um tratamento de primeira classe a todos os clientes, as
organizações utilizam-se de técnicas de segmentação, visando identificar
aqueles aos quais se interessa por dar esse nível de atendimento.
Ainda em termos
de marketing, pode-se afirmar com razoável dose de certeza, que os usuários de
Internet representam uma camada da população com maior capacidade de consumo de
produtos bancários; o provedor de acesso UOL divulgou em seu site pesquisa de
maio de 1999 dando conta de que no Brasil dentre esses usuários:
·
64%: tem renda familiar superior R$2
mil/mês;
·
81%: tem imóvel próprio;
·
91%: tem carro;
·
49%: vão a restaurantes toda semana;
·
59%: compram CDs todos os meses.
Obviamente, esses números não apresentam rigor
científico, porém o senso comum nos permite afirmar que essa clientela é de
grande valor para os bancos, e que poder fazer marketing eficiente junto a ela
é muito interessante.
Deve-se lembrar também que os bancos consideram a
presença na Web como uma ferramenta barata de propaganda institucional e de promoção de seus produtos. Sites
iterativos, permitindo acesso a fontes de informações úteis, como notícias
sobre os mercados financeiros, simuladores de investimentos, etc., são bastante
interessantes e regularmente oferecidos pelos bancos à sua clientela.
Desenvolvimento
Organizacional
É claro que o
advento do Comércio Eletrônico impactará as empresas não financeiras de forma
similar à que Netbanking está impactando as instituições financeiras em termos
de estrutura organizacional, de processos e tecnológica.
Naquelas, mais do
que nestas, ainda não há modelos muito consolidados a seguir, havendo por isso
grande necessidade de experimentação, como nos diz DINIZ (1998) - quer em
termos organizacionais, quer em tecnológicos; é uma situação em que as regras
estão sendo definidas durante o jogo... O desenvolvimento, a produção e a venda
de produtos voltados à demanda, personalizados quase, exige que as empresas
mudem também a forma pela qual vêem o ambiente em que operam - tudo isso
provavelmente levará a alterações que vão desde a diminuição e alteração de
perfil de quadros (nos bancos a diminuição do número de escriturários e caixas
versus o aumento do número de analistas de sistemas, por exemplo), até a profundas alterações estruturais (com
as organizações se tornando mais "fluidas") e metodológicas - talvez
conceitos solidamente arraigados em termos de Administração venham a ser revistos.
A maior
preocupação ao se implantar soluções de Netbanking é a segurança das operações.
Atualmente, com a ampla adoção de "firewalls", sistemas de
criptografia do tipo "128 bits", certificados digitais e outras,
pode-se afirmar que essas operações podem ser efetuadas com níveis bastante
satisfatórios de segurança, embora evidentemente sempre haja a possibilidade de
quebra dessas barreiras.
No que se refere
às operações comerciais efetuadas pelas empresas não financeiras, as
preocupações com segurança também são importantes, mas utilizando-se de
técnicas como as acima expostas, também pode-se dizer que esses problemas podem
ser contornados. Mas, resta um grande, talvez o maior problema para a ampla
disseminação do comércio eletrônico em
nosso meio: a fragilidade das nossas
estruturas de logística: armazenagem, transporte, adoção de padrões,
assistência técnica, serviço ao consumidor permanecem como pontos a serem
amplamente estudados, pela imensa gama de problemas que apresentam; não é, no
entanto, escopo deste trabalho discuti-los.
Pode-se
dizer que ao migrarem para a Web, os bancos passaram por quatro fases: na
primeira delas, faziam pouco mais que propaganda institucional, mostrando
endereços de agências e ATMs, catálogos simplificados de produtos, endereços
eletrônicos para contato etc. Numa
segunda fase, já havia um certo grau de iteratividade, com a disponibilização
de simuladores de operações e
notícias, por exemplo. Numa terceira fase, que em muitos casos se confunde com
a segunda, já se podia pagar contas, verificar extratos, ordenar investimentos relativamente
simples (em cadernetas de poupança e fundos de investimentos) etc. Na última fase, chega-se ao uso estratégico
do "site", quer pelo cliente conectando seus negócios a sistemas de
planejamento financeiro e realizando operações mais complexas, como negócios em
bolsas, quer pelo banco, que passa a capturar informações para suas ferramentas
CRM, conecta à Web suas ferramentas para análise de crédito, transforma seu
"site" num portal, passando a oferecer produtos e serviços de
terceiros, enfim, colocando-se como elo central da cadeia de
fornecimento de serviços financeiros (CRONIN, 1997).
É importante ressaltar que essas fases não são estanques ou um modelo acabado,
havendo instituições que apresentam serviços da quarta fase e não os da
terceira, por exemplo.
Como
já se disse, ainda não há modelos muito consolidados acerca de como se deve ir
à Web, porém os bancos já aprenderam algumas lições a respeito (às vezes da
maneira mais árdua...), lições essas que podem ser transpostas para as outras
empresas - assim, não se recomenda: limitar o "site" ao marketing
institucional; acreditar que a concorrência só vem dos outros bancos -
organizações totalmente diferentes, cuja face mais aparente são os portais - já
estão atuando no mercado; estabelecer preços mais elevados para os serviços
eletrônicos - é claro, dada a tabela de custos acima mencionado, que este é um
jogo do tipo "ganha-ganha" - operações via Web são boas para o
consumidor mas melhores ainda para o
banco; encarar Netbanking como
simples complemento do atendimento via
telefone ou da rede de agências;
limitar-se a duplicar os serviços disponíveis
via fone ou agência, deixando de
criar serviços só possíveis via Web, e finalmente, perder a oportunidade
de desenvolver marketing de relacionamento
"1 to 1".
Além
dos "não se recomenda", os bancos já identificaram algumas
características que suas ferramentas de Netbanking devem possuir: simplicidade,
permitindo o carregamento rápido das telas, navegação intuitiva, prioridade às
funcionalidades em detrimento da propaganda, enfim, "sites" bem
projetados; interatividade,
provendo ao cliente serviços não
diretamente ligados à atividade bancária (notícias, por exemplo) solicitação
constante de "feedback", mecanismos de fidelização (prêmios, por exemplo); conectividade, fomentando a criação de comunidades de interesse
dos clientes, por exemplo discutindo perspectivas de evolução dos mercados de
bolsas; customização, permitindo a
personalização por parte do cliente, a sua participação no projeto
dos produtos e serviços; benchmarking, possibilitando comparações com os produtos da concorrência. Há
informes dando conta de que outras práticas tradicionais nas operações estão
sendo estudadas para eventual inclusão nas operações via Web, como por exemplo,
discussão de taxas.
Não existem dados
ou previsões confiáveis acerca de quantas pessoas tem ou podem vir a ter acesso
à Internet - um número, como tantos outros, é o da IBM, que diz que em 2001 800
milhões de pessoas estarão nessa condição - isso, representa cerca de 15% da
população da Terra! A realidade inquestionável é que esse número é e será tão
significativo, que as formas de se vender e comprar bens e serviços serão muito
afetadas pela possibilidade de conexão à Web, e a percepção dessa realidade é
condição essencial para a boa formação e atuação eficiente de nossos
profissionais nos diversos mercados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BANESPA. A Nova
Realidade para o Profissional Bancário (documento interno). São Paulo,
1999.
BURNHAM, Bill. Citado em O despertar da Banca na Web, em
http://www.janelanaweb.com/digitais/bancaweb.html , 15.03.2000.
CRONIN, Mary J. Banking and Finance on the Internet . John Wiley & Sons, 1997.
DINIZ, Eduardo. Web
Banking in Brazil. In REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Vol. 38, n. 3, 1998
DOS SANTOS, B.L;
PEFFERS, K. Rewards to Investors in Innovative Information Technology
Applications: First Movers and Early Followers in ATMs. Organization Science
(INFORMS), Maio-Junho 1995.
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