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Planejamento estratégico e os impactos sociais e economicos das atuais tendencias demograficas.

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Planeamiento Estratégico Empresarial, Urbano, Regional y Nacional

Agregado: 21 de JULIO de 2003 (Por Vivaldo José Breternitz) | Palabras: 2940 | Votar! | Sin Votos | Sin comentarios | Agregar Comentario
Categoría: Apuntes y Monografías > Portugués >
Material educativo de Alipso relacionado con Planejamento estratégico impactos sociais economicos das atuais tendencias demograficas
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    Título: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OS IMPACTOS SOCIAIS E ECONMICOS DAS ATUAIS TENDNCIAS DEMOGRÁFICAS

    Autor: Vivaldo José Breternitz

    Instituición: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Professor, Rua da Consolao, 930 - Cep 01302-907 - So Paulo - SP - Brasil, fone 55 11 4607 3616, vjbreternitz@mackenzie.com.br

    Tipo de Presentación: Exposición

    Area temática: Planeamiento Estratégico Empresarial, Urbano, Regional y Nacional

    Idioma en que se realizará la exposición: Portugus

    Equipos de apoyo requeridos: microcomputador com PowerPoint e datashow.

    Abstract

    A correta interpretao das tendncias demográficas é fundamental para a qualidade do planejamento estratégico. O objetivo deste trabalho é apresentar nossa viso a respeito dos impactos sociais e econmicos das atuais tendncias, em especial nas regies que possam influenciar os países latino-americanos.

    O texto aborda as tendncias de maneira global e discute o crescimento populacional explosivo esperado para os países menos desenvolvidos e suas conseqüncias, ressalvando-se porém o fato de poder-se olhar para esses países sob o ngulo das oportunidades geradas pelos imensos investimentos que neles se faro necessários.

    O trabalho concentra-se nas situaes opostas, discutindo os problemas que devem ser enfrentados pelos países que sofrero declínio em suas populaes, além do envelhecimento das mesmas. Nestes casos, avalia os segmentos da economia que devero ser prejudicados e aqueles provavelmente a serem beneficiados, bem como as medidas que provavelmente sero tomadas pelos governos envolvidos com o objetivo de minimizar os problemas esperados.

    Palabras Clave: demografía, aposentadorias, envelhecimento, populao, planejamento, estratégico.


    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OS IMPACTOS SOCIAIS E ECONMICOS DAS ATUAIS TENDNCIAS DEMOGRÁFICAS

    A correta interpretao das tendncias demográficas é fundamental para a qualidade do planejamento estratégico em todos os níveis. O objetivo deste trabalho é apresentar nossas preocupaes acerca dos impactos sociais e econmicos das atuais tendncias, em especial daquelas que podem mais fortemente influenciar os países latino-americanos; obviamente há impactos sobre outras áreas, em especial sobre o meio ambiente, que, no entanto, no sero objeto de aprofundamento neste texto. Diversos órgos da ONU (Organizao das Naes Unidas) vm produzindo dados a respeito do assunto, sendo essas as principais fontes que utilizamos e relacionamos nas referncias bibliográficas; quando os dados forem provenientes de outras fontes, estas sero mencionadas expressamente.

    Em 1950, o mundo tinha 2,5 bilhes de habitantes (GASPARI, 2002). A ONU prev que a populao mundial, atualmente cerca de 6,1 bilhes, estará ao redor de 8,9 bilhes em 2050 e cerca de 10,5 bilhes em 2100. Esse crescimento estará concentrado em oito países: índia, Paquisto, China, Nigéria, Congo, Bangladesh, Eritréia e Indonésia, com a índia superando a China em número de habitantes ao redor de 2025 e atingindo em 2050 1,5 bilho de habitantes, tornando-se pais o mais povoado. Cabe lembrar que as previses da ONU nessa área tm sido acuradas: em 1958 a organizao previa que no ano de 2000, quando atingimos 6 bilhes, a populao estaria em 6,3 bilhes - um erro muito pequeno para fins de planejamento estratégico.

    Essas informaes já nos permitem vislumbrar alguns problemas decorrentes do crescimento desequilibrado: metade da populao mundial vive nesses países, que ocupam 13% da superfície da terra. Os 48 países considerados pela ONU como "menos desenvolvidos", tero sua populao triplicada até 2050, com alguns deles, como Congo, Burkina Faso, Angola, Uganda, Somália, Nigéria e Libéria crescendo mais de 300% - a maior taxa de crescimento é esperada para o Imen (450%). A nossa América Latina deve saltar dos atuais 519 para 806 milhes em 2050 (o Brasil, de 170 para 244 milhes, contra 52 milhes em 1950 - MOREIRA, 2000).

    Esse crescimento, segundo o "World Population Prospects - The 2002 Revision", editado pela Diviso de Populao da ONU em fevereiro de 2003, só no será maior em funo do aumento das taxas de mortalidade em razo da Aids; esse documento prev que até 2010 a epidemia manterá a dinmica ora observada, acreditando-se em reverso a partir daquele ano.

    Estes países menos desenvolvidos, em especial os da África, so uma bomba relógio: o padro de vida será o mais baixo, o analfabetismo o mais alto, a infra-estrutura a mais carente, os governos os menos estáveis; os conflitos étnicos permanecero sacrificando os mais pobres. Carncia de água e de comida, doenas e degradao ambiental geraro cada vez mais problemas. Pode-se porém olhar para esses países sob outro ngulo, o das oportunidades geradas pelos imensos investimentos que ali se faro necessários.

    Mas há situaes opostas: até 2050, alguns países da Europa devem sofrer declínio acentuado em sua populao (a menos que fortes movimentos migratórios alterem essa tendncia): a Bulgária deve perder 43% de sua populao, Ucrnia 40%, Rússia 28%, Itália e Hungria 25%, Espanha, Suía e Áustria 20%, etc. - o decréscimo em toda a Europa deve estar ao redor de 10%, apenas com alguns países como Frana e Noruega apresentando pequeno crescimento. Dentre as demais grandes economias, o Japo e a Alemanha devem perder cerca de 14% ao passo que os Estados Unidos devem crescer cerca de 40%.

    Mas os desequilíbrios acima mencionados no so os únicos problemas demográficos com que nos defrontamos. Melhores cuidados médico-sanitários e de alimentao elevaro a expectativa de vida no nascimento para cerca de 70 anos nos países mais pobres e para 83 nos mais ricos (a maior estará no Japo, com 88 anos). Na América Latina e Brasil, respectivamente, deveremos saltar de 70 para 78 e de 67 para 77; em 1950, a expectativa de vida no Brasil era de 46 anos (GASPARI, 2002). Ainda no Brasil, a populao de 65 anos de idade ou mais, que era composta de 7,7 milhes de pessoas em 1995, compreendendo menos de 5% do total da populao, chegará a 2050 a mais de 38 milhes de pessoas, perfazendo nada menos do que 18,4% da populao (MOREIRA, 2000). Esse fenmeno já está ocorrendo: dois teros das pessoas que atingiram 65 anos, em toda a história da humanidade, esto vivas hoje!

    A queda nas taxas de natalidade a níveis que no permitiro a reposio da populao na maioria dos países da Europa e Japo torna o cenário mais complexo. Estima-se que para a manuteno da populao seja necessária uma taxa de natalidade de 2,1 filhos por mulher; nos últimos anos tm se registrado taxas que oscilam de 1,2 na Itália e na Espanha a 1,9 na Irlanda, além de 1,4 no Japo; . Estes números, embora de maneira menos drástica, tendem a se reproduzir em outros paises ocidentais: 2 nos Estados Unidos, 2,7 na América Latina e 2,3 no Brasil.

    Para os países com tendncia a decréscimo na populao, vislumbram-se dois caminhos: aumento nas taxas de natalidade, atualmente difícil de ser obtido por razes como busca da independncia econmica pelas mulheres, necessidade de altos investimentos em estruturas de suporte à mulher e às crianas, etc. O segundo caminho é o do incentivo às migraes, que esbarra em questes políticas, de preconceitos, de qualificao dos possíveis imigrantes, etc. Além disso, a massa de imigrantes requerida para simples manuteno dos níveis atuais de populao nesses países, cerca de 700 milhes até 2050 apenas para os atuais componentes da Unio Européia, transformaria os nativos em minorias dentro de seus próprios países, tornando as migraes ainda mais difíceis de serem concretizadas - como exemplo pode-se dizer que hoje cerca de 10% da populao alem é constituída por estrangeiros, o que ajuda a explicar atitudes xenófobas. De qualquer forma, como nesse campo as respostas so muito lentas, acreditamos que os países afetados por esse tipo de problema precisam comear a planejar (e agir) rapidamente antes que a situao se agrave.

    O aumento da expectativa de vida gera também sensível envelhecimento da populao como um todo. Atualmente, o país com a mais alta média de idade é o Japo (41 anos), seguido pela Itália (40). Em 2050, a maior média será a da Espanha, com 55 anos, seguida pela Itália (54) e Japo (53).

    O envelhecimento da populao traz à baila outro problema sério, o das aposentadorias. Quase todos os planos de hoje se baseiam na premissa de que a contribuio da fora de trabalho atual sustentará a aposentadoria dos idosos. No Brasil, já vivemos um problema sério nessa área, problema que se manifesta também em inúmeros outros países, como veremos a seguir, considerando em idade de aposentadoria as pessoas com 60 ou mais anos de idade e em idade de trabalho as entre 15 e 59 anos, conforme critérios adotados pela ONU.

    É inevitável que a idade para aposentadoria precise ser elevada e os benefícios reduzidos, com todas as implicaes relacionadas a essa elevao: desemprego, trabalho informal, educao continuada, garantia de emprego, etc. Na Europa, para cada 100 pessoas em idade de trabalho, há 35 em idade de aposentadoria; em 2050, esse número mais que dobrará, devendo ir a 75, com o pico no país "mais velho", a Espanha, onde se espera uma relao de quase 100 para 100. No Japo, a relao irá de 37 para 94 e nos Estados Unidos de 26 para 49. Na América Latina, sairemos de 13 para 39 e no Brasil, de 12 para 42. Considerando-se que na Alemanha de 1980 cada aposentados tinha 20 trabalhadores para sustentá-lo, pode-se perceber como o cenário vem se deteriorando rapidamente.

    O trabalho informal ou em tempo parcial tende a agravar o problema, pois estes trabalhadores contribuem menos que o ocupante de um posto de trabalho convencional. Mudana nos sistemas de capitalizao, aumento das contribuies, melhoria dos processos de administrao e outras medidas similares podem minorar o problema, mas no resolve-lo. Na sociedades que esto envelhecendo, a tendncia deve ser a reduo dos benefícios a um nível básico, cabendo aos indivíduos proverem a acumulao de valores como forma de garantir aposentadorias acima desse nível básico, abrindo espao para empreendimentos nessa área. Raciocínio análogo pode ser aplicado à área de saúde.

    Em termos de mercado de trabalho, há desafios a serem enfrentados: trabalhadores mais velhos tendem a se tornar menos produtivos, como regra geral. Isso ocorre por receberem menos treinamento (há relutncia dos empregadores em investir nesses profissionais) e por ser a experincia acumulada menos relevante numa situao em que a tecnologia muda rapidamente. Fatores de natureza física e psicológica decorrentes do envelhecimento também podem contribuir para essa queda.

    O desenvolvimento da capacidade de inovao é e será crucial. Usualmente profissionais jovens tem um papel determinante na criao e difuso de novos conhecimentos, graas à sua predisposio para a aceitao de riscos, maior mobilidade (aceitao de transferncias), educao e treinamento atualizados, etc. A falta desses profissionais será um problema sério. REYNOLDS (2000) demonstra como o número de "start-ups" (empresas criadas por empreendedores) tem correlao com o crescimento econmico, e que esses empreendedores concentram-se na faixa etária compreendida entre os 25 e 44 anos. KELLAWAY (2002), referindo-se ao Estados Unidos, diz que existem 45 milhes de pessoas com idade entre 35 e 44 anos, e apenas 37 milhes entre 25 e 34, ou seja: o potencial de inovao, ao menos no que se refere aos aspectos quantitativos, tende a cair.

    Outra alterao importante será no perfil de demanda. Diferentes faixas etárias tm diferentes necessidades, gostos, etc; dessa forma, algumas indústrias sero beneficiadas e outras prejudicadas. A queda de populao trará efeitos negativos a praticamente todos os setores.

    De maneira geral, bens e servios que podem ser comercializados no mercado internacional so menos afetados por alteraes no perfil demográfico doméstico, pois podem compensar eventuais perdas com exportaes; já os que no tem essa possibilidade, como o setor de transportes terrestres, usualmente so atingidos de forma mais intensa. Os setores afetados podem também diminuir o impacto sofrido através de alteraes de design, canais de distribuio, marketing, etc. , adequando-os aos gostos e necessidades de uma populao mais idosa. Há ainda aqueles setores que obviamente sofrero grandes perdas, como os da área de construo civil, em face da reduo da necessidade de novas casas, embora a necessidade de adaptao das construes existentes possa diminuir um pouco o impacto dessas perdas.

    Dentre as áreas que certamente sero beneficiadas está a da saúde. Remédios, hospitais, servios de apoio aos idosos, biotecnologia, etc., devem esperar grande crescimento. O aumento da populao idosa deve beneficiar a indústria do lazer, embora devam ser necessárias alteraes no perfil de servios prestados por essa área, mesmo com idosos do futuro devendo ser mais ativos que os da atualidade, principalmente em funo da mudana de valores e melhoria das condies de saúde da populao idosa.

    Outras indústrias so relativamente imunes às alteraes por terem entre seus usuários pessoas de todas as faixas etárias, como os servios financeiros, por exemplo. Alguns servios financeiros devero ser beneficiados pelo envelhecimento da populao, em especial os relativos ao gerenciamento de investimentos destinados à complementao das aposentadorias pagas pelos governos. Pessoas aposentadas ou em vias de aposentadoria demandaro informaes e gerenciamento de recursos adequados aos seus projetos e características pessoais e familiares; novos produtos podero ser necessários. No Brasil já observamos quantidade considerável de idosos operando em bolsas de valores via Internet, utilizando servios bastante satisfatórios fornecidos por corretoras de valores; muitos desses investidores do a essa atividade um certo caráter lúdico, que até há pouco tempo no havia.

    As finanas públicas também sero afetadas. Segundo a Organisation for Economic Co-operation and Development - OECD (2001), entre 40 e 60% das despesas públicas nos países industrializados so influenciadas por fatores de natureza demográfica, em especial aposentadorias de funcionários públicos, saúde, escolas públicas, etc. Apesar da pouca disponibilidade de dados, pode-se afirmar que idosos respondem pela maior parte dessas despesas, havendo ento tendncia de crescimento devido ao envelhecimento da populao. Simulaes efetuadas pela OECD, considerando naes industrializadas, mostram que esse crescimento, se mantidas as regras atuais, podem levar a grandes desequilíbrios oramentários, com as conseqüncias típicas dessa situao, como aumento de taxas de juros, de impostos, etc., gerando grandes problemas a essas economias.

    Acreditamos ter ficado claro que há razes para preocupaes quanto aos impactos sociais e econmicos das atuais tendncias demográficas. Elas geraro uma série de desastres de naturezas diversas se no houver imediata ao, em especial nas áreas social e econmica, que foram as consideradas neste trabalho. Esses desastres podem ser minimizados se determinadas aes, quase sempre impopulares, forem tomadas imediatamente, enquanto a estrutura populacional ainda permitir essas medidas. As empresas tm mais tempo para planejar, pois podem alterar o rumo de seus negócios mais facilmente; já os governos precisam adotar estratégias muito claras, visando principalmente dar um formato mais favorável ao desenvolvimento populacional.

    Dentre essas estratégias, conforme dissemos anteriormente, pode-se adotar políticas que valorizassem as famílias e as crianas, especialmente nas economias industriais, procurando tornar mais simples permitir que mulheres conciliem carreira e filhos.

    Contra os imigrantes sempre existiram objees. A mais freqüente é a de que eles concorrem com o trabalhador local. Os fenmenos americano, australiano e canadense desmentem esse mito. No será fácil para os europeus entenderem que o imigrante talvez no entre apenas para tomar um emprego e usufruir um bom hospital. Ele pode gerar riqueza, pagar impostos, consumir. Talvez essa seja uma mudana de atitude a ser conseguida urgentemente.

    Problemas gerados pela imigrao poderiam ser minimizados por programas de integrao dos imigrantes às sociedades que os recebessem e de esclarecimento às populaes nativas acerca das conseqüncias do envelhecimento e reduo da populao. A participao dos políticos, é fundamental nesse processo. Talvez os versos "Dem-me seus esgotados, seus pobres", de autoria da poetisa americana Emma Lazarus (1849-1887), gravados na base da Estátua da Liberdade como um hino de misericórdia aos imigrantes, nunca tenham sido to atuais

    A proteo das áreas sociais, em especial aposentadorias e saúde também é muito importante. Mudanas estruturais so necessárias: simplesmente aumentar contribuies ou diminuir benefícios podem minorar os problemas, mas no os eliminam. Parece ser inevitável uma entrada mais cedo no mercado de trabalho (obviamente para as economias mais evoluídas) e uma retirada mais tarde. Medidas destinadas a incentivar a melhor qualificao e a mobilidade dos trabalhadores sero úteis.

    Ainda temos algum tempo até que essas alteraes passem efetivamente a gerar problemas realmente muito sérios. Além do encaminhamento de medidas destinadas a enfrentar-los, devemos procurar aumentar a conscientizao de nossos políticos, líderes empresariais e outros formadores de opinio. A conjugao dos estudos sobre os aspectos sociais e econmicos com os impactos sobre outras áreas, em especial no meio ambiente, devem ser acelerados. Ainda há tempo.

    REFERNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    -          GASPARI, Elio. A Ditadura Envergonhada. So Paulo: Companhia das Letras, 2002.

    -          KELLAWAY, Lucy. O retorno da caneta tinteiro. Revista Exame-, So Paulo, edio de 25/12/2002.

    -          MOREIRA, Morvan de Mello. 2000. Envelhecimento da populao brasileira: aspectos gerais. In O envelhecimento da populao brasileira e o aumento da longevidade - Subsídios para políticas orientadas ao bem-estar do idoso, org. Laura L. Rodríguez Wong. Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG e ABEP.

    -          OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development (2001): Fiscal Implications of Aging: Projections of Age-Related Spending. Disponível em http://www.olis.oecd.org/olis/2001doc.nsf/linkto/eco-wkp(2001)31, acessado em 12/01/2003.

    -          ONU - UNFPA United Nations Population Fund: The State of the World Population 2001, Footprints and Milestones, Population and Environmental Change, 2001.

    -          ONU - United Nations Population Division: Replacement Migration: Is It a Solution to Declining and Ageing Populations?, 2000.

    -          ONU - United Nations Population Division: World Population Prospects - The 2002 Revision, 2003.

    -          ONU - United Nations, Department of Economic and Social Affairs: World Population Projections to 2150, 1998.

    -          ONU - United Nations, Department of Economic and Social Affairs: World Population Prospects: The 2000 Revision, 2001.

    -          REYNOLDS, Paul D. et al (2000).: Global Entrepreneurship Monitor, Executive Report 2000. Disponível em http://www.gemconsortium.org/document.asp?id=139, acessado em 26/12/2002


     
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